terça-feira, 28 de junho de 2011

Rebelde.

 A Record aposta muitas fichas em Rebelde, adaptação nacional do sucesso homônimo mexicano. Margareth Boury, a autora, garante que os investimentos são altos – sem revelar valores – e a TV faz sorteios de notebooks, iPads e carros zero quilômetro durante a exibição dos capítulos para tentar prender o público. Mas a verdade é que, até agora, as cenas revelam que a emissora entrou em um jogo de alto risco. Principalmente pelo texto, que não mostra o tom certo para prender os jovens. Muito menos para agradar à família inteira, como a direção da Record defende. Às vezes, é formal demais. E, em outras, infantilizado em excesso. Por isso mesmo, não chega a ser uma surpresa que, ao concorrer com a estreia de Morde & Assopra, tenha perdido a disputa por 23 pontos no primeiro capítulo. A Record teve de se contentar com nove, enquanto a Globo pôde comemorar 32 pontos conquistados com sua história de dinossauros e robôs. Um assunto que também gera bastante interesse no público infantojuvenil, diga-se de passagem.

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